A Federação das Associações de Moradores e Entidades Comunitárias de Alagoas (FAMECAL) comanda, no início da manhã desta segunda-feira (06), dois protestos que acontecem de maneira simultânea contra o aumento da passagem de ônibus em Maceió. Os bloqueios ocorrem na AL 101 Norte em Garça Torta e o outro no Conjunto Residencial Primeiro de Junho, que fica ao lado do Conjunto Carminha, bloqueando a via que da acesso ao complexo Benedito Bentes pela Ecovia Norte.
O valor do reajuste foi aprovado pelo Conselho Municipal de Transporte Público de R$ 3,65 para R$ 4,10 e aguarda somente a sanção do prefeito Rui Palmeira.
De acordo com Antônio Sabino, diretor de Educação e Formação Comunitária da Famecal, os protestos iriam abranger outros pontos da cidade, mas em diálogo com o Centro de Gerenciamento de Crise da Polícia Militar de Alagoas, foi mantido somente os dois pontos.
VEJA TAMBÉM:
- Festival Nômades divulga programação gratuita com covers, rock, samba e pagode em Arapiraca
- Zé Lezin volta a Maceió com show comemorativo de 40 anos de humor
- Itaipava é a cerveja oficial da Tardezinha em Maceió
- Influenciador de AL, Álvaro Xaro, é o segundo confirmado do Dança dos Famosos 2025
- Expo Games acontece neste sábado (19) em Maceió
Segundo Sabino, o gerenciamento de crise irá intermediar uma negociação junto com a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), o Ministério Público Estadual e o Ministério Público de Contas.
Antônio Sabino disse ainda que os protestos buscam apenas a manutenção do atual valor da passagem. “Buscamos no mínimo a manutenção do atual valor da passagem de ônibus”
O organizador destacou ainda que o protesto é contra o aumento da passagem e também contra a péssima qualidade do transporte público. “Desde 2015 quando ocorreu a licitação a prefeitura disse que passaria a atender algumas comunidades que nunca tiveram acesso de coletivos e até agora isso nunca aconteceu, não há avanços no transporte de Maceió”.
Elton Marques é um dos moradores que sofre com o problema do transporte na capital, “Aqui no Tabuleiro mesmo, se eu for daqui para o Benedito Bentes eu tenho que esperar 1h o Ben. Bentes Colina, pois ele só passa a cada hora, no minimo aqui você espera uns 40 minutos para ir para qualquer lugar da cidade e os ônibus não tem segurança”, reclama.
*Estagiário sob a supervisão da editoria